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Archive for the ‘Rio de Janeiro’ Category

O mês de abril foi um tremendo furacão na minha vida. Foi bom, ou melhor, foi ótimo (e muito agitado!). Resolvi comemorar o aniversário da minha pequena no Rio de Janeiro, em uma festa dose dupla com a priminha – tem noção do que é isso, a pessoa morando em outro estado??? Mas valeu todo o planejamento, organização e ansiedade, nossas bailarinas curtiram demais a festa. Aproveitamos e passamos uma semana na cidade maravilhosa, delícia! Daí que sou louca de pedra, adoro uma festa e… resolvi organizar um lanche para as amigas da Bia na nossa casa, em Recife. O dia do aniversário dela caiu no domingo de Páscoa, perfeito para um lanche com muito chocolate, marrom, rosa… Ficou lindo! E, por fim, teve a festa dos aniversariantes do mês na escola. Depois dessa maratona, não quero ouvir falar em festa pelo menos até o ano que vem!!!!

Bem, esse foi o motivo da minha ausência. O outro ponto que tem me incomodado é que não sinto mais tanta necessidade em escrever no blog. E como detesto fazer algo por obrigação, aparecerei vez ou outra, com algum texto para compartilhar, dica infantil, whatever! Recebo muitas visitas por dia, média de 1.500, apenas alguns comentários e me pergunto quem passa por aqui? O que gostaria de ler? Percebo que muitos chegam através dos assuntos relacionados a maternidade e a festa infantil, que bom, mas deixe sugestões, comente! Quero ouvir sua opinião também.

Então se você é da turma atrás de dicas para festa infantil, aguarde os próximos posts sobre o tema Angelina Ballerina e chá da tarde marrom e rosa. Por que eu não quero ouvir sobre festa até 2012, mas quero falar aos quatro cantos, rs…

PS: Tenho comentários sem resposta desde janeiro… Essa sou eu! Mas consegui responder a quase todos!!! E chove em Recife nesse exato momento…

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Voltando aos pouquinhos… Confesso que além da falta de tempo para escrever por aqui, ando sem paciência mesmo. Mas como não pretendo abandonar o blog por completo, vou registrar os acontecimentos do mês de julho. Férias, família em casa, viagens, foi movimentado. Embarquei em duas viagens com apenas dois dias de diferença entre elas: fomos para Salvador, a família toda, fiz um pit stop em casa para desarrumar e arrumar novas malas, seguindo para o Rio de Janeiro, dessa vez apenas com as crianças. Cansativo? Um bocado, mas eu precisava sair da rotina de verdade. O início das férias foi complicado para a Beatriz, que estranhou dormir fora de casa, em uma cama diferente, ligada no 220 e querendo brincar o tempo todo! Infelizmente não consegui seguir todos os seus horários (férias, afinal!), o que a deixou um pouco estressada. Ah, claro, também nasceram quatro pré-molares nesse período, mais um motivo para ela ficar irritada.

Em Salvador, passei uma semana na casa da Emília, uma grande amiga que tem dois filhos lindos, meus sobrinhos-postiços que cresceram junto do Gui. Os passeios foram os básicos de turista: Pelourinho, Mercado Modelo, Igreja do Bonfim, Farol da Barra, Projeto TAMAR… Conheci o Solar do Unhão, Sorveteria da Ribeira, Dique Tororó… Praia? Como o tempo não estava lá essas coisas, só aproveitei a praia de Guarajuba (maravilhosa) e a do Forte. Fomos em Imbassaí debaixo de chuva! Comemorei meu aniversário na Bahia com uma festinha surpresa, entrando num novo ciclo ao lado de pessoas queridas. Bia brincou bastante e passou a fazer escândalos quando contrariada ou “presa” no carro – pegamos um engarrafamento de 3 horas no trajeto Salvador – Lauro de Freitas que a fez chorar como nunca vi, quase surtei junto com ela! Arteira, não podia dar mole porque subia na escada sozinha ou, se a porta da casa estivesse aberta, saía pelas ruas do condomínio. Estava se achando “a grande” no meio de crianças de 10 a 13 anos, participou de guerra de travesseiros com seu Soninho em punho, enfim, foi uma experiência bem diferente para ela.

A viagem para o Rio de Janeiro também foi especial, mesmo sem a companhia do meu maridão. Passar uma semana curtindo o dia-a-dia com a minha irmã e minha afilhada foi bem legal, elas estavam de férias e as crianças brincaram o tanto que eu gostaria que elas brincassem sempre, caso morássemos perto. Foi especial também porque foi a primeira vez da Bia na minha cidade maravilhosa, conhecendo a casa dos avós e sendo mimada por toda a família. Fizemos alguns passeios dos quais eu estava morrendo de saudades, como um domingo na Lagoa, almoço no Gula Gula, rever meu prédio em Botafogo… Bia também se esbaldou na área infantil do Via Parque (não tem nenhum parquinho em shopping parecido com esse aqui em Recife)  e fez sua estreia no teatrinho assistindo ao Casamento da Dona Baratinha no Barra World. Pra completar, ainda pudemos comemorar o aniversário do meu irmão juntinhos, maravilha!

A volta foi de ajustes: aulas do Guilherme, readaptação da Beatriz (que dormiu 4 horas seguidas durante o dia quando chegamos em casa, coisa rara!) e muita, muita coisa para arrumar. Trouxe na mala, além de diversas fotos e boas recordações, uma saudade enorme do meu amor, da minha vida em Recife, da minha casa e… daquela rotina da qual eu queria fugir! É, sou um bicho estranho, super caseira! Por isso não abandono essa minha casa virtual e volto aos poucos, nem que seja para falar apenas dos meus pequenos. Porque eu continuo uma mãe exageradamente coruja, como as fotos podem comprovar.

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Nossa, o blog está até com teia de aranha! Tanto tempo sem escrever, sem visitar os amigos, lendo o que posso via Reader… Voltei do Rio de Janeiro com uma baita virose que me deixou sem ânimo para nada, o que serviu para reforçar minha idéia de fixar residência de vez em Recife. Detesto mudanças climáticas bruscas, prefiro sentir o calor do nordeste o dia inteiro e não sofrer com nenhuma gripe. Grávida e gripada é horrível.

Antes de escrever sobre o que tem rolado por aqui, vou fazer um mini-flashback do período em que estive na cidade maravilhosa:

– Passei alguns dias na casa dos meus sogros, Gui foi mordido pelo Nick (nosso Fox Paulistinha com espírito de Rottweiler) e precisou tomar injeções. Detalhe: levei um sermão da enfermeira no Posto de Saúde porque viajei sem a carteira de vacinação do meu filho. Mães, fiquem atentas a esse detalhe, eu confesso que nunca viajei com a carteirinha do Gui. Ele brincou demais na casa dos avós, que tem tudo que uma criança ama: quintal, árvores, primos, cachorro, tartaruga…

– No dia 25, a minha família paterna, que é enorme, fez um almoço natalino para reunir os primos que hoje moram em todos os cantos do país. A última vez em que estivemos juntos foi há dois anos atrás. O almoço foi ótimo, divertidíssimo, muitas crianças (ao todo, são 13 primos de segundo grau) e até o Papai Noel veio alegrar a festa. Tenho ótimas lembranças dos Natais em família com meus primos, espero que o Gui cresça e também conserve essa tradição.

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– Depois de passar uns dias na casa dos sogros, foi a vez de ficar com minha maninha e poder corujar muito minha afilhada. Ela está cada vez mais fofa e esperta. Como seu comportamento mudou desde que ela começou na creche, está super independente, repete qualquer coisa que falemos e quer participar de tudo. Uma figurinha! Treinei bastante para quando a Bia chegar.

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– Gui está na fase de aviões e aproveitei para levá-lo ao Museu Aeroespacial. Recomendo para quem tem criança ou compartilhe dessa paixão. São tantos aviões, tudo bem conservado e um programa gratuito. Foi uma tarde bem agradável, mesmo eu me cansando por qualquer caminhada.

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– Conheci uma querida amiga virtual, a Bianca. Foi um encontro bem legal, pena que a Luana não foi. A Bia é uma fofa, super simpática e eu adorei poder ter trazido para o mundo real uma amizade que começou aqui no blog.

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– Como o tempo esteve horroroso, quase não fiz os passeios ao ar livre dos quais tanto gostamos. Parques, Lagoa, tudo foi visto de dentro do carro : ( Conclusão: bati muita perna em shopping e pude matar a saudade de algumas lojas prediletas. Não fui ao Rio de Janeiro para isso, mas como não tive opção…

– O melhor de tudo: descobri o sexo do baby numa ultra em que minha irmã, Giselle e Gui estiveram presentes. Foi uma bagunça na sala do exame, que só aumentou depois que a médica confirmou que era uma menininha! Adorei!!!

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– Passamos o Ano Novo na praia do Recreio dos Bandeirantes, em clima de muita paz e amor, como deve ser sempre.

– No mais, encontrei com muitos parentes, irmãos, tios, avó… Gui passou um dia na casa do seu melhor amigo do Santo Inácio e fico feliz em ver que a amizade deles continua forte. Não consegui encontrar com uma duplinha querida, Paula e Dani, nem com amigos da Xerox, fica pra próxima.

Agora, com a vida voltando ao normal, estou cuidando do quarto da Bia. Já comecei a arrumar o enxoval, comprei a tinta para pintar as paredes e ainda tenho muito a fazer. Mas é um trabalho bem gostoso! Também estou providenciando material escolar pro Gui, uniforme, essas coisas de início de ano. E vou receber a visita da minha avó em Recife, estou muito feliz por isso. O ano está começando bem…

Obrigada por todos os comentários carinhosos pela Bia, espero conseguir visitá-los em breve, sinto-me “culpada” por não ter tido o tempo de antes para navegar pelos blogs.

Mais uma vez, desejo um ano de 2009 de muita amizade para todos nós!!!

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Hoje, se eu estivesse no Rio de Janeiro, faria uma programação ótima: lançamento do livro Minúsculos assassinatos e alguns copos de leite, da Fal Azevedo, na Livraria Prefácio. Combinação perfeita! A Fal é uma blogueira respeitadíssima, daquelas que eu acompanho via Reader, sem “coragem” de comentar porque acho que qualquer coisa que eu vá escrever é muito pequeno em comparação às suas palavras. Timidez virtual! E a Livraria Prefácio é um espaço aconchegante que eu adoro e freqüentava quando morava em Botafogo – saudades, saudades…

Portanto, se você está sem idéia do que fazer no fim do dia, prestigie esse evento por mim! E não esqueça de conseguir um autógrafo: o livro está na minha lista do que deve ser lido até o fim do ano. 😉

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Sábado foi dia de São Cosme e Damião e eu tenho o costume de dar saquinhos com doces para a criançada. Nada relacionado à religião, apenas tento manter viva uma parte da minha infância em que esse dia era esperado – e muito alegre. Lembro que eu e minha irmã, quando o calendário escolar permitia, podíamos até faltar à escola e o dia era todo dedicado a “correr” atrás de doces. Nasci e cresci numa vila em Jacarepaguá, onde todos da rua eram conhecidos e bastava alguma criança dar o alerta (Estão dando doces!!!!) para a dupla Evinha e Ellinha saírem em disparada. No final, enchíamos bacias com muitas guloseimas, separando aqueles dos quais não gostávamos, tipo maria-mole, doce de abóbora, essas coisas. Era o dia em que doces e besteiras eram liberados, rs…

Pelas lembranças açucaradas, tento preservar esse costume e é com muito carinho que escolho os doces, arrumo os saquinhos (atualmente já com a ajuda do Gui) e distribuo para as crianças. E pela primeira vez a parte da distribuição foi difícil. As crianças do meu condomínio tomaram chá de sumiço no sábado a tarde, separei alguns para os amiguinhos do Guilherme e os meninos que encontrei faziam aquela cara de espanto: ah, é, hoje é dia de Cosme e Damião… Em uma hora de distribuição ainda estava com 90% dos saquinhos para distribuir – e meio decepcionada, confesso. Cadê a correria, a algazarra alegre, crianças abrindo os saquinhos e conferindo se tinha aquele doce preferido? Muitos não aceitavam, ou por motivos religiosos, ou por sei lá, acharem que tem veneno nos doces! Por isso, escalei meu maridão e, de carro, saí distribuindo os saquinhos com meu marido por Recife. Foi então que me vi, parada no sinal de trânsito perto de uma comunidade carente, com o carro rodeado por crianças de todas as idades, felizes e correndo atrás da tia que estava dando doce.

Infelizmente percebo que é uma tradição que está perdendo força, as crianças não ficam mais nas ruas, livres para “correr” e pegar esses saquinhos, as pessoas são muito mais desconfiadas… É uma pena. Em compensação, o movimento do Halloween é cada vez maior, vai entender! Talvez tenha sido o último ano que fiz a minha parte e pude voltar num tempo mais inocente e feliz. Ah, a foto do post não é dos meus saquinhos, pois acabei esquecendo de registrá-los.

Curiosidades:

– Meu doce predileto é o suspiro e ele não é vendido em Recife. Talvez seja por causa do clima, procurei em todos os lugares e não achei nada!

– Bananada é conhecida por Nego Bom e além de banana, tem como ingrediente côco. Coisas de Pernambuco 😉

– Uma idéia de como é essa data no Rio de Janeiro... É, deve ser uma tradição de quem mora no subúrbio ou na zona oeste do Rio, mas garanto que as crianças são muito felizes!

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Dando continuidade ao concurso “Onde você lê com seu filho?”, no qual meu blog está promovendo o debate “Descreva o que acha das livrarias da sua cidade”, hoje eu vou escrever um pouco sobre as livrarias de Recife.

Quando morávamos no Rio de Janeiro, freqüentávamos a Siciliano, a Saraiva e a Prefácio – essa última era a minha preferida, com uma atmosfera única, pequena, porém bem diversificada e com um restaurante delicioso! Ao chegar a Recife, descobri novas e diferentes opções de livrarias. A oferta não é tão grande como no Rio de Janeiro, no entanto, eu tive a feliz surpresa de conhecer a Livraria Cultura, que adoro e atualmente é um dos meus locais favoritos. A loja é imensa, são dois andares com muitos livros, revistas, CDs, DVDs… A parte infantil oferece várias opções, porém, os preços não são os mais baixos… Tem que procurar bastante ou aproveitar as promoções do cartão “+ Cultura”. Ela tem um gostoso café localizado no segundo andar que eu, como mãe, quase não posso aproveitar por ficar distante da parte infantil. Sim, o fato de ser uma mega loja é positivo, só que eu não desgrudo do Gui com medo de ele se perder. Eu acompanho o calendário de atividades culturais pelo site e sempre tem algo interessante e gratuito para as crianças – Lei de Murphy, justamente nesse mês que estou recomendando os eventos, não tem nada para os pequenos!

Descobrir a Livraria Cultura em Recife foi um dos ganhos que tivemos ao mudar para cá. Pareço criança quando estou na loja, rs… Sem contar que ela tem uma localização privilegiada no Recife Antigo, ao lado do Paço Alfândega, com uma das mais belas paisagens da cidade. Sempre que temos visitas é o local escolhido para terminar a tarde de city tour. Lembro quando recebi meus sobrinhos nas férias de julho e a Marta, de 8 anos, louca por livros, ainda não conhecia essa livraria. Ela ficou maravilhada e nós tivemos que ir lá duas vezes antes de sua volta para casa!

E você, o que acha das livrarias da sua cidade? Tem muitas opções? Prefere as grandes lojas ou as menores e mais aconchegantes? Como é a parte infantil? E os preços? Freqüenta as atividades culturais? Meu blog vai sortear 2 CDs para quem comentar sobre esse assunto: um CD Clube da Esquina e um CD Trilhas do Cinema, de André Mehmari, da Coleção MPBaby. Aguardo sua resposta e, se vier a Recife, prometo uma visitinha na Livraria Cultura 😉

Foto tirada em julho/2008, Guilherme e Marta na parte infantil da Livraria Cultura.

Este não é um post patrocinado, apenas escrito por uma cliente fiel! Em breve, escreverei minha opinião sobre as outras livrarias…

UPDATE:

Participe também dos outros debates promovidos pelo Desabafo de Mãe sobre:

Leitura:

Repórter Mãe“Descreva o que acha das bibliotecas públicas de sua cidade”
Prêmio: livro O Saci, de Monteiro Lobato

Onde está Oli?“Descreva como escolheu o primeiro livro do seu filho”
Prêmio: Sling Nana Barriga, para fazer ginástica ou caminhada com seu bebê, concedido pelo site
Nana Barriga

Escola:

A vida como a vida quer“Descreva a metodologia de ensino adotada na escola do seu filho”
Prêmio: kit da Mercur

Acontece aqui“Descreva quais os principais desafios da escola do seu filho
Prêmio: kit da mercur

Lu Ivanike“Descreva o que você faz para mudar os desafios da escola do seu filho”
Prêmio: livro “A menina que queria ser anjo”, de Walcyr Carrasco (Desabafo de Mãe)

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Cada vez que penso em voltar a morar no Rio de Janeiro leio uma notícia dessas e me dá um embrulho no estômago. Sei que a violência está em toda parte, mas parece que a cidade maravilhosa está fora de controle, que os jovens não saem mais apenas para se divertir e a maldade humana afeta mesmo quem é da paz. Peço a Deus que dê muita força aos familiares do Daniel Duque e que seu espírito possa ser amparado nesse momento difícil. Quem é mãe não tem como não se emocionar e sofrer junto com a Daniela. Tenha fé, a justiça será feita. Quem puder participar, será feita uma manifestação pela paz no próximo sábado, dia 5/julho, às 9 horas, na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema.

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