Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Pessoal’ Category

Confesso que…

Com a minha falta de tempo (e paciência) para escrever no blog, deixo milhares de selinhos e memes sem resposta. Voltando, tirando o pó e postando o último selinho que ganhei da minha amiga Bianca, do Bia, Cris e Lulu.

As regras são:

1) Confessar sete coisas sobre sua personalidade ou o que gosta de fazer

2) Repassar para sete amigas e avisá-las em seus blogs.

 

Concordo com ela, confessar é uma coisa muito forte. Então vou apenas contar um pouco mais sobre mim, aqueles aspectos que a pessoa que acha que me conhece nem imagina. Então, vamos ao confessionário:

1. Confesso que sou muito perfeccionista e que meu estômago sofre horrores com isso: mania de perfeição (impossível) com ansiedade crônica e insegurança constante, sem chances de sucesso!

2. Confesso que detesto cozinhar e que até me mudar para Recife o máximo que eu fazia era um miojo com ovo frito. Depois, em casa, resolvi me aventurar na cozinha e me descobri uma boa cozinheira, toda hora fazia uma receita diferente… Hoje voltei a ter aversão pela cozinha, principalmente se rolar uma obrigação (tem que fazer o almoço porque o marido sai em meia hora…). Quebro alguma coisa, me queimo, me corto, fico de mau-humor… E confesso que o dia que ganhar na Sena, cozinheira será artigo de primeira necessidade!

3. Confesso que DETESTO fofoquinha, disse-me-disse, bate-boca… Coisa de quem não tem uma louça pra lavar (olha a cozinha aí!). Procuro ser uma pessoa calma, neutra e a parte dessas picuinhas quase 100% femininas, mas nem sempre consigo me manter assim. Lanço mão do meu sorriso de pingüim de Madagascar e vou levando. Sou do bem e tenho muito com o que me preocupar!

4. Confesso que adoro ver o resultado da academia, mas detesto malhar… Sempre tenho que vencer a preguiça absurda que me invade para me arrastar pra musculação.

5. Confesso que tenho pavor de dirigir, fiz quase 100 horas-aula em auto-escola, tirei a carteira com louvor e… pouco dirigi. Não gosto, tenho medo do trânsito, da violência, de tudo.

6. Confesso que às vezes me espanto com o tanto que já fiz até os 30 anos e que parece ter sido vivido por outra pessoa. Sinto que às vezes minha vida de profissional e de mãe começou ao contrário… [Confissão total: tenho medo de voltar ao batente, deixar a paixão me dominar novamente e passar a viver mais tempo pra carreira do que pros filhos, como antes.]

7. Confesso que sou muito caseira, adoro ficar em casa com meu maridao e meus filhos. Ao mesmo tempo, amo viajar e conhecer novos lugares. E detesto muvuca, barulho, confusão, o que descamba para o item 3…

Agora repassar para sete blogs amigos?

1. Cris, do Pequenos gestos

2. Tiffany, do Blog da Ti

3. Lu, do Aventuras de uma família na Europa

4. Cynthia, do Ser mãe é…

5. Cris Fetter, do Tô doida

6. Silvia, do Consulta sentimental

7. Quem mais quiser responder!

Anúncios

Read Full Post »

Há doze anos atrás eu não pestanejei quando precisei voltar ao trabalho e escolhi colocar o Guilherme, então com apenas quatro meses, numa creche. A mulher segura, independente e dona do seu nariz acreditava que sabia o que era melhor para o seu filho. As pesquisas não confirmavam que as crianças criadas em creche eram mais sociáveis e até super inteligentes? Por que eu deveria me questionar se essa decisão era ou não acertada? Afinal, também precisava trabalhar, e muito, num regime de “escravidão”, com horas-extras e às vezes até aos sábados (sem contar o MBA, os cursos de extensão, tudo que tomava um tempo que seria do meu filho). Mesmo que muitas vezes eu saísse da creche aos prantos ao deixar meu bebê ainda dormindo, que me corroesse de raiva porque o Gui ficava chamando a tia Bá até nos finais-de-semana ou que ele emendasse uma virose em outra, só trocando o nome do antibiótico, não, essa foi a minha sábia opção: creche integral, mãe ausente e muito produtiva, bem remunerada, trabalhando na empresa que sempre sonhou, feliz, mas emocionalmente aos pedaços.

E por que essa historinha? Porque chegou a vez da Beatriz, com quase dois anos, ir para a escola. Cedo? Tarde? Sinto que é a hora dela. Dessa vez, vivo um momento completamente diferente. Sou apenas mãe, num longo período sabático por opção ao lado das minhas crias. E aquela menina de nariz em pé que tinha como prioridade crescer na empresa, ter uma carreira acima de tudo, hoje se vê dependente de uma pequerrucha e questiona se é ou não a hora de ela ficar longe de mim por tanto tempo (quatro horas!). Mudei? Sim, demais. Ah, as pesquisas também, agora afirmam que crianças que vão pra creche precocemente são mais estressadas e com problemas emocionais do que aquelas que vivem a primeira infância ao lado da mãe. Sério mesmo? Só para eu me culpar mais ainda… Se errei com o Gui foi acreditando que era o melhor para ele, para mim, para nossa família, para a realização de outros sonhos. Hoje ele é um adolescente inteligente, feliz, seguro e muito criativo – mas também super ansioso, estressa-se com facilidade e tem dificuldades em perder…

O início do ano tem sido marcado por essa nova mudança na dinâmica da minha família, a escolha da escola ideal, comprar o material, o uniforme, pensar em como será a nossa adaptação. Porque a adaptação será mais da mãe do que da bebê! Desde que a Bia nasceu vivemos em “simbiose” total, o pai vai trabalhar, o mano passa o dia todo fora, somos só nós duas grudadas, em casa, no parquinho, inventando brincadeiras e diversões. Mesmo sabendo que preciso de um tempo para resolver minhas coisas e voltar a pensar em mim, não sei como será ao fechar a porta do apartamento e não encontrar a Bia, que estará feliz e faceira na escola. Com certeza ela vai se adaptar fácil, é uma espoleta que precisa desse momento, do espaço para brincar, das outras crianças para interagir… Talvez a mãe aqui, que inúmeras vezes reclama do cansaço de cuidar exclusivamente das crianças sem ajuda de ninguém, vai precisar se adaptar a ser ela mesma, modificada, com outras certezas. E aí, sim, retomar o curso da minha carreira, com outros olhos, vivenciando plenamente o papel de mãe que a natureza me confiou e que lá atrás eu não pude valorizar como deveria, sendo adepta da frase: sou uma mãe de qualidade e não de quantidade. Será que estou preparada para essa mudança? Será que meus filhos entenderão minhas escolhas tão diferentes? Ambas tiveram um único intuito: ajudá-los a crescer como pessoas seguras, independentes, felizes. E, claro, muito amadas.

PS: Está rolando uma blogagem coletiva sobre Mulher e Mercado de Trabalho bem interessante, promovido pelo What mommy needs, confiram!

PS2: Com a pequena na escola, terei mais “tempo” para voltar a atualizar o blog como antes… Mesmo que seja para escrever sobre ela e o irmão!

Read Full Post »

Sumi do blog por um motivo simples: estou perdendo a vontade de escrever por aqui. É uma fase. Ando introspectiva e refletindo bastante. Sem contar a correria da vida real que me impede de parar e fazer o que gosto, como escrever – um menino de 11 anos e uma menina de 1 ano e 5 meses consomem toda minha disposição com os estudos, as inúmeras peraltices, diversas demandas de atenção… Não estou reclamando, amo ser mãe, é só o cansaço mesmo. Preciso me organizar interiormente para que volte a conseguir expor, sem medo, o que penso. Repito, é uma fase, tudo passa. Não quero abandonar esse espaço, mas devo mudar o foco e o grau de exposição. Em contrapartida, tenho escrito nos blogs privados do Guilherme e da Beatriz, quem quiser saber um pouco de nós através desse outro canal, deixe o email no comentário que libero o acesso. Volto logo com a mente arejada, o coração mais leve e novidades (espero!). Por enquanto, deixo apenas uma dica de leitura bem divertida para aquelas mães que, como eu, sentem-se perdidas nessa difícil missão que é educar os filhos: A vida secreta de uma mãe caótica, Fiona Neill. Porque a vida doméstica pode até ser caótica, mas rende boas risadas!

Read Full Post »

Preciso tanto aprender a viver o presente… E mesmo tendo dois grandes professores em casa,  teimo em me angustiar com a vida que passou, com os passos que trilhei e se perderam nas escolhas que fiz, em pensar em como eu seria se há quatro anos atrás  não tivesse embarcado nessa aventura exclusiva de viver em (e para a) família. Logo bate a ansiedade ao pensar que já estou com 34 anos e  preciso replanejar o meu futuro. Sim, porque as certezas do que me faziam feliz também mudaram, hoje meus desejos e objetivos de vida são outros. A hora da Bia começar na escolinha está chegando, Gui começa a ganhar sua independência (limitada, claro!) e eu? Voltarei a ter um tempo para me dedicar ao meu lado profissional novamente (no meu caso,  num primeiro momento, estudar), praticar atividade física com regularidade, desempenhar outros papéis que tanto me agradam. Nesse dilema passado x futuro, olho ao meu redor e preciso lembrar de agradecer a Deus pelo presente verdadeiro que vivo ao lado de tesouros que iluminam meus dias, mesmo muitas vezes eu me sentindo perdida de “mim” – sempre me encontro nos abraços que recebo daqueles que me aceitaram como mãe. Pois é, vivo  um presente de dúvidas e de questionamentos… mas sem deixar de ter fé!

Viver o presente

(Redação do Momento Espírita com base em trecho do artigo Filhos, o melhor é tê-los, de Isabela Fortes, para a Revista Prana Yoga Jornal, junho 2008 e no cap. 6, versículo 34 do Evangelho de Mateus. Em 20.10.2008)

Quer aprender a viver no presente? Então tenha filhos. Observar um bebê e a sua relação com o tempo é simplesmente divino, afirma a escritora e professora de yoga, Isabela Fortes. Nessa observação da vida infantil, através da lupa da sensibilidade, ela afirma que, para o bebê, o passado e o futuro não existem, apenas o agora. Em variações de pequenos segundos, ele tenta nos comunicar o que precisa, no momento em que precisa: fome, sono, dor, fraldas – tudo só existe no agora. Também as crianças maiores, na primeira infância, levam algum tempo para conseguir entender o tal do tempo. Ontem, amanhã, daqui a dois dias ou dois anos, para elas é tudo igual e incompreensível. Essa questão nos leva a experiências curiosas, como por exemplo, a do casal que adotou uma forma peculiar de conseguir explicar o tempo para sua filha de 5 anos. Quando queriam dizer que faltavam 2 dias para ela viajar, ou para começar as aulas, afirmavam: Você terá que dormir e acordar, e depois dormir e acordar novamente, aí chega o dia.

*   *   *

Dessa característica especial dos pequenos, podemos aprender que o foco, no tempo presente, é fundamental para ter uma vida equilibrada. Gastamos energias em demasia quando presos excessivamente ao passado, às lembranças. Da mesma forma que nos desgastamos muito com a tal da preocupação, isto é, uma ocupação prévia com algo que ainda não aconteceu, e pode nem vir a acontecer. Foi assim que conhecemos a temida e tão analisada ansiedade que, nos dias de hoje, nos traz problemas e mais problemas existenciais. Quando nos focamos no presente, vivendo um dia de cada vez, como se diz popularmente, aproveitamos o tempo com muito mais eficiência e menos desgaste. Fazemos cada tarefa pensando nesta tarefa, e não naquilo que deixamos de fazer ou naquilo que faremos amanhã ou depois. Quando estamos com alguém que amamos, com a família, por exemplo, estejamos lá por inteiro, e não metade ali, aproveitando, e outra metade voando com o pensamento para longe. Alguns de nós chegamos a fazer uma espécie de autoterrorismo, cultivando pensamentos como: Pena que esses momentos não duram! Como viverei quando tudo isso acabar? São sofrimentos voluntários, desnecessários, que impomos aos nossos dias, por não nos darmos chance de viver o presente, e dele extrair tudo de bom que está nos ofertando. Viver o presente não significa, porém, viver sem planos, sem objetivos. Nem desconsiderar o passado, sem tê-lo como referencial importante – de forma alguma! Viver o presente é dar o devido peso a cada um desses tempos, aprendendo com o passado, vislumbrando o futuro, mas trabalhando no presente, e apenas no presente. É fundamental lembrar do ensino do Cristo, quando, ao perceber as inquietações de nossa alma, quanto aos dias vindouros, afirmou: Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, pois o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.

Read Full Post »

O feriadão com a família em casa me fez ficar ausente do blog. Fizemos vários passeios e pretendo indicá-los aqui, assim que possível. Bia está uma espoleta e o Gui tem demonstrado certo ciúme… Passei apenas para dar um alô e deixar uma mensagem linda que recebi. Girassol ou miosótis, com qual flor você se assemelha? Sempre me vi como uma menina delicada, indefesa, miosótis mesmo. Hoje descubro a força que possuo e tenho plena certeza de que sou girassol, forte, buscando sempre o meu sol em todas as situações. Que eu tenha o cuidado ao identificar na personalidade dos meus filhos essas características e ser a mãe que eles merecem. Porque não posso mudar o passado, mas posso esforçar-me para ter um futuro que sempre sonhei, agindo como gostaria que agissem comigo. [Estou meio reflexiva, perdoem-me!]

Girassol ou miosótis (Padre Zezinho)

O girassol é flor raçuda que enfrenta até a mais violenta intempérie e acaba sobrevivendo. Ela quer luz e espaço e em busca desses objetivos, seu corpo se contorce o dia inteiro. O girassol aprendeu a viver com o sol e por isso é forte.

Já o miosótis é plantinha linda, mas que exige muito mais cuidado. Gosta mais de estufa.

O girassol se vira… e como se vira! O miosótis quando se vira, vira errado. Precisa de atenção redobrada.

Há filhos girassóis e filhos miosótis. Os primeiros resistem a qualquer crise: descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda. As mães chegam a reclamar da independência desses meninos e meninas, tal a sua capacidade de enfrentar problemas e sair-se bem. Por outro lado, há filhos e filhas miosótis, que sempre precisam de atenção. Todo cuidado é pouco diante deles. Reagem desmesuradamente, melindram-se, são mais egoístas que os demais, ou às vezes, mais generosos e ao mesmo tempo tímidos, caladões, encurralados. Eles estão sempre precisando de cuidados.

O papel dos pais é o mesmo do jardineiro que sabe das necessidades de cada flor, incentiva ou poda na hora certa. De qualquer modo fique atento. Não abandone demais os seus girassóis porque eles também precisam de carinho… e não proteja demais os seus miosótis. As rédeas permanecem com vocês… mas também a tesoura e o regador. Não negue, mas não dêem tudo que querem: a falta e o excesso de cuidado matam a planta…

Read Full Post »

Recife, 24 de abril de 2010.

Filha,

Um ano de idade! Minha pequena princesa tornou-se uma linda bebezona. Depois de quase 10 anos de espera, muitos planos e adiamentos, você chegou trazendo mais alegria para nossas vidas. Uma gravidez com repouso, um parto prematuro que foi o maior susto pelo qual já passei, seu nascimento foi um divisor de águas para mim. Hoje sei que sou outra mulher, uma mãe diferente da que fui pro Guilherme porque amadureci bastante por tudo que vivi. Precisava passar por essas situações. Aprendi que não posso controlar o tempo, que as coisas simplesmente acontecem quando tem que acontecer e, no final, tudo dará certo se confiarmos em Deus. Aprendi que nunca estamos sós, mesmo que nos julguemos abandonados por todos os que mais dizem nos amar. Aprendi a ser feliz com a casa bagunçada e esquecer que tem louça na pia para poder brincar com meus filhos. Aprendi a parar e apreciar as flores, os pássaros, sem pressa… Aprendi a não me culpar por estar em casa o tempo inteiro contigo, esse é o maior presente que posso te oferecer e que emprego nenhum me proporcionaria. Enfim, aprendi muito com você, minha menininha risonha, carinhosa e determinada (para não falar teimosa), que está crescendo tão rápido e até já arrisca os primeiros passos.

Seus primeiros meses foram marcados pelas cólicas, mamadas de duas em duas horas e um cansaço extremo. Por horas eu me julgava incapaz de cuidar de você, tão frágil, parecia que iria quebrar – sério, filha, eu segurava sua coxa com a minha mão fechada de tão fininha que ela era! Lembro que mesmo quando você dormia eu ficava sentada te olhando nas tardes chuvosas de junho… Tinha medo, você parecia tão indefesa que eu queria garantir que nada de mal te aconteceria. Mas aos poucos você deixou de ser minha magrelinha prematura, ganhou peso e altura de um bebê a termo e tudo mudou. Pude começar a respirar mais aliviada, você também começou a dormir melhor… Cada dia era uma conquista diferente: rolar, sentar sozinha, engatinhar, fazer várias gracinhas, falar pequenas palavras, ficar em pé, andar segurando nos móveis… Só quem é mãe entende o significado dessas conquistas. Aliás, como digo para o Gui, as conquistas dos filhos são nossas realizações, e me sinto realizada ao te ver crescendo feliz, rodeada de pessoas que te amam de verdade, uma criança maravilhosa. Que você seja sempre guerreira, vitoriosa, como quando nasceu com o berro mais alto do mundo a dizer: ei, pra que ter medo? olha eu aqui, pequenina, mas cheia de vontade de viver! Sei que não sou a mesma mãe que fui para o Gui e espero deixar lindas recordações da sua infância. Sou uma mãe de “presença” para você, já para o seu irmão, fui muito mais uma mãe de “presentes”, infelizmente a vida quis assim…

Obrigada por ter me aceitado como mãe. Obrigada por me tornar uma pessoa melhor a cada dia. Obrigada por me ensinar tanto! E muito obrigada por ter transformado completamente minha vida. Sempre estarei ao seu lado, segurando suas mãos, nos momentos alegres ou tristes. Eu amo muito você!

Read Full Post »

Amore, quase metade da minha vida ao seu lado, quanto tempo! Qualquer coisa que eu escreva será pouco para registrar o quanto te amo e como você é importante para mim, como sou grata a Deus por ter me permitido te reencontrar aqui na Terra. Obrigada por ser quem é, com todas suas qualidades e seus defeitos. E que nossa estrada esteja apenas no começo, temos ainda muito o que compartilhar…

PS: O que escrevi sobre a nossa história aqui no blog em 2008. Já em 2009, o nascimento da Beatriz não me permitiu te homenagear virtualmente, mas garanto que as emoções que vivemos naqueles dias foram as mais inesquecíveis de todas, mesmo que tenha sido um período tenso…

Read Full Post »

Older Posts »