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Archive for the ‘Comportamento’ Category

Tanto tempo sem escrever sobre a minha duplinha! Gui está um rapaz amigo, com 12 anos, aficcionado por tudo relacionado a Lego e a Star Wars (assunto da vez), ainda naquela alternância de momentos de doçura e momentos de mau-humor – Deus, dai-me paciência! Só quer conversar em inglês conosco, tornando-se mais seguro no uso do idioma. Passou a reclamar com constânica dos passeios em família, principalmente se for aniversário infantil, o que me aborrece demais… Tem lido menos do que eu gostaria, porém entendo que sua rotina diária é bem puxada. Atualmente está lendo Prova de fogo, Pedro Bandeira, e terminou a leitura de Infância roubada, Telma Guimarães, para um trabalho da escola. Aos poucos vou me adaptando a essa nova fase, aprendendo junto com ele e a cada dia me espantando com o quanto as crianças crescem rápido. Pisquei os olhos e tenho um rapaz falante, super curioso, esperto e questionador ao meu lado!

Bia está com 1 ano e 10 meses, uma graça, tímida e desconfiada com estranhos, ao mesmo tempo, uma figurinha. É meu chiclete, carinhosa, tudo dá beijo, tudo é a mamãe (amo isso, nem preciso dizer!). Adora bolsas, óculos, colares, uma peruinha. Adaptou-se à escola, amém! Não pode ver um papel, passa um bom tempo desenhando ou brincando de massinha. Curte cuidar das suas bonecas, colocar pra dormir, pentear, uma mini mamãe! Descobriu-se uma foliã no Carnaval, ou seja, herdou toda a carga genética da dança da família – por aqui, ninguém gosta de Carnaval, no entanto, a pequena queria seguir os blocos em Recife Antigo e não parava de dançar com o frevo! Fala pouco, entende tudo e apronta que é uma beleza, não posso bobear que ela está subindo onde não deve ou comendo pedra, na melhor das hipóteses. Ama água e começou nas aulas de natação. Só quer fazer as refeições sozinha. É bem bagunceira, ligada no 220V, o que não a impede de adorar contemplar a chuva caindo na janela do seu quarto. Cada dia é uma descoberta, para ela e para mim!

Fico feliz com o desenvolvimento dos meus filhos, com suas conquistas, tropeços e alegrias. Infelizmente não consigo registrar no blog com a mesma velocidade que tudo acontece.

PS: Eu estou bem, obrigada, com a cabeça no aniversário da pequena, mil ideias, pra variar, vontade de fazer tudo ao mesmo tempo! Uma gripe absurda derrubou a casa inteira um pouco antes do Carnaval e até eu, depois de anos, entrei no antibiótico. Viajamos para João Pessoa ainda em fevereiro, só não foi 100% porque a Bia estava gripada… Esse período virótico foi punk, mas passou! Voltei à academia com afinco e estou contente por ter algumas horinhas só para mim. E termino com uma fotinho da minha Carmem Miranda no frevo:

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Seguimos confiantes na adaptação escolar e na escolha que fizemos para a Beatriz. Assisti a esse vídeo na reunião pedagógica da escola da pequena e ele expressa muito bem os sentimentos que nossos filhos tem perante o novo, o desconhecido, os primeiros dias na escola… Medo, tristeza, angústia, surpresa, tudo passa se estamos por perto e tornamos esses momentos mais agradáveis. Por isso, se você é mãe e também já pensou em desistir, voltar atrás, tirar seu filho da escola por achar que ele está infeliz longe de você, não desanime! É um período realmente complicado (e permeado de sentimento de culpa…), mas acredite, ele (a) precisa da sua segurança para caminhar sozinho e se desenvolver emocionalmente. É isso que tem me deixado menos triste e aceitado essa separação transitória de quatro horas!

PS: O texto “O fantasma da adaptação escolar”  foi escrito por essa mãe coruja em 2008, quando sequer pensava viver momentos tensos  assim novamente!

Video do livro Onda, de Suzy Lee (Cosac Naify)

Fotografia da Beatriz transformada em aquarela.

Dessa onda eu não tenho medo, mesmo que o mar esteja repleto de tubarões!

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1 ano, 9 meses e 7 dias. 24 horas por dia eu e Bia, Bia e eu, com a ajuda apenas do papai ou do mano. Nada de babá, vovó, tia… Só nós duas mesmo. Mas eu JURO que pensei que a adaptação escolar seria fácil… Estou moída, sentindo-me a pior mãe do mundo, ponderando se esse é mesmo o momento de ela ir para a escola, culpa, culpa, culpa… Bia voltou a acordar de madrugada (e vai pro meu quarto, claro), tem acordado aos berros na soneca de dia, está agressiva (deu para bater nas pessoas, ela, que é tão carinhosa, agora tem reagido com tapas por qualquer contrariedade) e não desgruda do seu Soninho que só era usado para dormir. Culpa, mãe, é por sua culpa…

Por horas me irrito com o choro (e me culpo mais por perder a paciência), queria que ela ficasse bem, feliz, com tantas amiguinhas já conhecidas na mesma sala, como pode??? É um tal de mamãe, mamãe… choroso que me parte o coração assistindo da sala ao lado. Ao mesmo tempo, quero pegá-la no colo e levá-la embora de lá… Pois é, meus filhos sofrem desse mal, a adaptação do Gui quando saiu da creche e foi para uma escola maior também foi traumática, a ponto de eu ter que tirar dias de férias para ficar com ele, ajudando-o nessa transição. E, assim, vou conhecendo toda a rotina da escola, os funcionários etc. mas não arredo meu pé de lá enquanto não deixá-la segura, sorridente e muito feliz. Quem foi que disse que seria fácil?

Espero voltar logo com boas notícias.

O que vou encontrar nesse novo mundo?

Quem vai segurar minhas mãos quando eu tiver medo?

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Há doze anos atrás eu não pestanejei quando precisei voltar ao trabalho e escolhi colocar o Guilherme, então com apenas quatro meses, numa creche. A mulher segura, independente e dona do seu nariz acreditava que sabia o que era melhor para o seu filho. As pesquisas não confirmavam que as crianças criadas em creche eram mais sociáveis e até super inteligentes? Por que eu deveria me questionar se essa decisão era ou não acertada? Afinal, também precisava trabalhar, e muito, num regime de “escravidão”, com horas-extras e às vezes até aos sábados (sem contar o MBA, os cursos de extensão, tudo que tomava um tempo que seria do meu filho). Mesmo que muitas vezes eu saísse da creche aos prantos ao deixar meu bebê ainda dormindo, que me corroesse de raiva porque o Gui ficava chamando a tia Bá até nos finais-de-semana ou que ele emendasse uma virose em outra, só trocando o nome do antibiótico, não, essa foi a minha sábia opção: creche integral, mãe ausente e muito produtiva, bem remunerada, trabalhando na empresa que sempre sonhou, feliz, mas emocionalmente aos pedaços.

E por que essa historinha? Porque chegou a vez da Beatriz, com quase dois anos, ir para a escola. Cedo? Tarde? Sinto que é a hora dela. Dessa vez, vivo um momento completamente diferente. Sou apenas mãe, num longo período sabático por opção ao lado das minhas crias. E aquela menina de nariz em pé que tinha como prioridade crescer na empresa, ter uma carreira acima de tudo, hoje se vê dependente de uma pequerrucha e questiona se é ou não a hora de ela ficar longe de mim por tanto tempo (quatro horas!). Mudei? Sim, demais. Ah, as pesquisas também, agora afirmam que crianças que vão pra creche precocemente são mais estressadas e com problemas emocionais do que aquelas que vivem a primeira infância ao lado da mãe. Sério mesmo? Só para eu me culpar mais ainda… Se errei com o Gui foi acreditando que era o melhor para ele, para mim, para nossa família, para a realização de outros sonhos. Hoje ele é um adolescente inteligente, feliz, seguro e muito criativo – mas também super ansioso, estressa-se com facilidade e tem dificuldades em perder…

O início do ano tem sido marcado por essa nova mudança na dinâmica da minha família, a escolha da escola ideal, comprar o material, o uniforme, pensar em como será a nossa adaptação. Porque a adaptação será mais da mãe do que da bebê! Desde que a Bia nasceu vivemos em “simbiose” total, o pai vai trabalhar, o mano passa o dia todo fora, somos só nós duas grudadas, em casa, no parquinho, inventando brincadeiras e diversões. Mesmo sabendo que preciso de um tempo para resolver minhas coisas e voltar a pensar em mim, não sei como será ao fechar a porta do apartamento e não encontrar a Bia, que estará feliz e faceira na escola. Com certeza ela vai se adaptar fácil, é uma espoleta que precisa desse momento, do espaço para brincar, das outras crianças para interagir… Talvez a mãe aqui, que inúmeras vezes reclama do cansaço de cuidar exclusivamente das crianças sem ajuda de ninguém, vai precisar se adaptar a ser ela mesma, modificada, com outras certezas. E aí, sim, retomar o curso da minha carreira, com outros olhos, vivenciando plenamente o papel de mãe que a natureza me confiou e que lá atrás eu não pude valorizar como deveria, sendo adepta da frase: sou uma mãe de qualidade e não de quantidade. Será que estou preparada para essa mudança? Será que meus filhos entenderão minhas escolhas tão diferentes? Ambas tiveram um único intuito: ajudá-los a crescer como pessoas seguras, independentes, felizes. E, claro, muito amadas.

PS: Está rolando uma blogagem coletiva sobre Mulher e Mercado de Trabalho bem interessante, promovido pelo What mommy needs, confiram!

PS2: Com a pequena na escola, terei mais “tempo” para voltar a atualizar o blog como antes… Mesmo que seja para escrever sobre ela e o irmão!

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Li esse texto no blog Manual de filhos e gostaria de compartilhá-lo com vocês. Infelizmente vejo muitas ações do Guilherme nestas linhas, aos poucos vamos melhorando, com firmeza e paciência – e já sei como não errar com a Beatriz!  Com 11 anos o Gui já adquiriu certos hábitos necessários para sua autonomia, porém, continua super dependente em outros pontos. Criar filhos responsáveis, com iniciativa, demanda esforço e mudança de pensamentos. Nossos filhos não são reizinhos que mandam e desmandam, são aqueles que promoverão a mudança tão necessária no nosso planeta. E se ao menos eles não souberem cuidar do seu pequeno mundinho…

“O menino lá em casa não faz a sua cama de manhã. Não prepara sozinho a roupa para vestir no dia seguinte e nem mochila. Não arruma os seus brinquedos e nem o seu quarto. Não tem uma rotina de horários e de atividades para cumprir conforme sua idade. A mãe tem um gosto todo material em realizar por ele essas tarefas e o pai não vê nenhum problema nisso, pois o acha muito pequeno para tarefas. Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida.

E, depois, o pai vai levar o menino à escola, mesmo que, indo a pé, ele demorasse apenas dez ou quinze minutos. É que tem a chuva, e os atrasos, e o peso da mochila, e o perigo de atravessar a rua… E, se for na grande cidade, os assaltos… Uma vez roubaram um relógio do primo dele. Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida.

E, depois, o menino, além de não tratar das suas coisas, também não é envolvido nas tarefas comuns da casa. Porque se puser a mesa, é certeza que quebre pelo menos um copo. Porque não é de grande ajuda, se for preciso pregar um quadro na parede. Porque se sujaria se ajudasse na pintura da sala; e seria preciso, além do mais, tomar conta dele. Melhor os adultos fazerem ou a empregada. Porque tudo está muito frio para ser ele quem vai despejar o saco do lixo lá fora, no container ou muito cedo ou muito tarde para ir sozinho à padaria… Há anos que isso se passa assim, o que produz um estilo de vida.

Hoje em dia não mexe um dedo nem sequer para colocar a cadeira no lugar. Consome as coisas que aparecem feitas, e é capaz de resmungar se não arrumaram bem suas roupas, ou se o jantar atrasou.

Entretanto, chega uma altura em que os pais ficam alarmados. Assustamo-nos quando as coisas chegam a certo ponto, quando percebemos suas atitudes. Parece para nós, que ele está ficando muito infantil, sem iniciativa e acomodado, pouco maduro para a idade. Ficamos em pânico quando o menino tem uma queda grande no rendimento escolar. Insistimos então para que ele estude, para que seja responsável na sua vida escolar…

Mas acontece que a responsabilidade não nasce senão depois de se ter cultivado cuidadosamente, demoradamente, a semente da responsabilidade. Passamos anos a fomentar no menino um estilo de vida sem compromisso e, agora, de repente, exigimos-lhe que seja responsável? Passamos anos a paparicá-lo, e agora queremos que seja maduro? Para ele ser maduro, teria sido necessário que tivesse vivido: que tivesse passado experiências diversas, que tivesse enfrentado obstáculos, que tivesse feito coisas sozinho, que tivesse errado e emendado depois os erros, que tivesse se aperfeiçoado à custa de esforço pessoal. E nós temos feito tudo para lhe evitar esses obstáculos, essas experiências e esse esforço.

É claro que, quando à altura em que precisa mesmo estudar, porque as matérias se tornaram mais difíceis, ele não capaz de fazê-lo. Pois é natural que-não tendo sido habituado ao esforço de fazer a cama, de ir a pé para a escola, de pôr a mesa, de arrumar suas coisas, de comprar pão, de fazer seu café, de cumprir horários e fazer tarefas ao menos uma vez… – não seja capaz do esforço de estudar, que é maior que os outros.

É enganoso levar o menino ao psicólogo. É enganoso pensarmos que o problema está em não saber estudar, em desconhecer as técnicas de estudo. O problema dele é… Como o educamos. Exatamente. Se quisermos mudá-lo, primeiro teremos que mudar a nós próprios e as nossas ações… Seremos capazes de mudar?

O que temos exigido de nossos filhos? Qual estilo de vida produzimos em nossos lares?

(Professor e psicólogo Paulo Geraldo)

“O menino lá em casa não faz a sua cama de manhã. Não prepara sozinho a roupa para vestir no dia seguinte e nem mochila. Não arruma os seus brinquedos e nem o seu quarto. Não tem uma rotina de horários e de atividades para cumprir conforme sua idade. A mãe tem um gosto todo material em realizar por ele essas tarefas e o pai não vê nenhum problema nisso, pois o acha muito pequeno para tarefas. Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida.

E, depois, o pai vai levar o menino à escola, mesmo que, indo a pé, ele demorasse apenas dez ou quinze minutos. É que tem a chuva, e os atrasos, e o peso da mochila, e o perigo de atravessar a rua… E, se for na grande cidade, os assaltos… Uma vez roubaram um relógio do primo dele. Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida.
E, depois, o menino, além de não tratar das suas coisas, também não é envolvido nas tarefas comuns da casa. Porque se puser a mesa, é certeza que quebre pelo menos um copo. Porque não é de grande ajuda, se for preciso pregar um quadro na parede. Porque se sujaria se ajudasse na pintura da sala; e seria preciso, além do mais, tomar conta dele. Melhor os adultos fazerem ou a empregada. Porque tudo está muito frio para ser ele quem vai despejar o saco do lixo lá fora, no container ou muito cedo ou muito tarde para ir sozinho à padaria… Há anos que isso se passa assim, o que produz um estilo de vida.

Hoje em dia não mexe um dedo nem sequer para colocar a cadeira no lugar. Consome as coisas que aparecem feitas, e é capaz de resmungar se não arrumaram bem suas roupas, ou se o jantar atrasou.
Entretanto, chega uma altura em que os pais ficam alarmados. Assustamo-nos quando as coisas chegam a certo ponto, quando percebemos suas atitudes. Parece para nós, que ele está ficando muito infantil, sem iniciativa e acomodado, pouco maduro para a idade. Ficamos em pânico quando o menino tem uma queda grande no rendimento escolar. Insistimos então para que ele estude, para que seja responsável na sua vida escolar…
Mas acontece que a responsabilidade não nasce senão depois de se ter cultivado cuidadosamente, demoradamente, a semente da responsabilidade. Passamos anos a fomentar no menino um estilo de vida sem compromisso e, agora, de repente, exigimos-lhe que seja responsável? Passamos anos a paparicá-lo, e agora queremos que seja maduro? Para ele ser maduro, teria sido necessário que tivesse vivido: que tivesse passado experiências diversas, que tivesse enfrentado obstáculos, que tivesse feito coisas sozinho, que tivesse errado e emendado depois os erros, que tivesse se aperfeiçoado à custa de esforço pessoal. E nós temos feito tudo para lhe evitar esses obstáculos, essas experiências e esse esforço.
É claro que, quando à altura em que precisa mesmo estudar, porque as matérias se tornaram mais difíceis, ele não capaz de fazê-lo. Pois é natural que-não tendo sido habituado ao esforço de fazer a cama, de ir a pé para a escola, de pôr a mesa, de arrumar suas coisas, de comprar pão, de fazer seu café, de cumprir horários e fazer tarefas ao menos uma vez… – não seja capaz do esforço de estudar, que é maior que os outros.
É enganoso levar o menino ao psicólogo. É enganoso pensarmos que o problema está em não saber estudar, em desconhecer as técnicas de estudo. O problema dele é… Como o educamos. Exatamente. Se quisermos mudá-lo, primeiro teremos que mudar a nós próprios e as nossas ações… Seremos capazes de mudar?

O que temos exigido de nossos filhos? Qual estilo de vida produzimos em nossos lares?

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É muito engraçada a relação da Beatriz com os livros. Ela os folheia, diverte-se com as ilustrações e… os devora! Sim, ela não perdoa nenhum, apenas os livros para banho, feitos em plástico, estão sobrevivendo. Muitos dos seus livros foram herdados do Guilherme e estavam em perfeito estado. Hoje, já não posso dizer o mesmo…

Procuro deixá-la à vontade e seus livrinhos ficam junto com os brinquedos. Ela gosta de todos os tipos: com texturas, sons ou pop-ups. Mas a maior diversão é encontrar um cantinho naquelas páginas mágicas para roer! O Guilherme nunca foi assim, por isso o meu susto, rs.

Fotos e vídeos não me deixam mentir:

Eu, que tenho um “apego” enorme pelos meus livros, quase choro quando vejo essas páginas rasgadas… Sei que faz parte do seu desenvolvimento, só não posso bobear com nenhum livro na minha cabeceira porque ela sempre arruma um jeito de brincar com eles.

[Esse vídeo era apenas uma filmagem de brincadeira, registrando a pequena imitando uma “indiazinha”, porém ela logo achou algo mais interessante para fazer…]

Também procuro ler bastante para a Bia, esse momento do dia faz parte da nossa rotina e me preocupo em oferecer os estímulos que ela teria numa creche, onde as crianças tem muita contação de história. No entanto, ela ainda não sossega por longos períodos, estamos na fase de explorar as gravuras, os sons dos animais…

E você, como é a relação dos seus bebês com a leitura? Tem alguma dica para essa mãe de uma pequena devoradora de livros de 1 aninho? Em tempo: ela tem diversos mordedores e não dá bola para nenhum deles!

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O feriadão com a família em casa me fez ficar ausente do blog. Fizemos vários passeios e pretendo indicá-los aqui, assim que possível. Bia está uma espoleta e o Gui tem demonstrado certo ciúme… Passei apenas para dar um alô e deixar uma mensagem linda que recebi. Girassol ou miosótis, com qual flor você se assemelha? Sempre me vi como uma menina delicada, indefesa, miosótis mesmo. Hoje descubro a força que possuo e tenho plena certeza de que sou girassol, forte, buscando sempre o meu sol em todas as situações. Que eu tenha o cuidado ao identificar na personalidade dos meus filhos essas características e ser a mãe que eles merecem. Porque não posso mudar o passado, mas posso esforçar-me para ter um futuro que sempre sonhei, agindo como gostaria que agissem comigo. [Estou meio reflexiva, perdoem-me!]

Girassol ou miosótis (Padre Zezinho)

O girassol é flor raçuda que enfrenta até a mais violenta intempérie e acaba sobrevivendo. Ela quer luz e espaço e em busca desses objetivos, seu corpo se contorce o dia inteiro. O girassol aprendeu a viver com o sol e por isso é forte.

Já o miosótis é plantinha linda, mas que exige muito mais cuidado. Gosta mais de estufa.

O girassol se vira… e como se vira! O miosótis quando se vira, vira errado. Precisa de atenção redobrada.

Há filhos girassóis e filhos miosótis. Os primeiros resistem a qualquer crise: descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda. As mães chegam a reclamar da independência desses meninos e meninas, tal a sua capacidade de enfrentar problemas e sair-se bem. Por outro lado, há filhos e filhas miosótis, que sempre precisam de atenção. Todo cuidado é pouco diante deles. Reagem desmesuradamente, melindram-se, são mais egoístas que os demais, ou às vezes, mais generosos e ao mesmo tempo tímidos, caladões, encurralados. Eles estão sempre precisando de cuidados.

O papel dos pais é o mesmo do jardineiro que sabe das necessidades de cada flor, incentiva ou poda na hora certa. De qualquer modo fique atento. Não abandone demais os seus girassóis porque eles também precisam de carinho… e não proteja demais os seus miosótis. As rédeas permanecem com vocês… mas também a tesoura e o regador. Não negue, mas não dêem tudo que querem: a falta e o excesso de cuidado matam a planta…

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