Hoje foi a festa junina do colégio do Guilherme e, dessa vez, foi bem especial: minha mãe pôde estar presente depois de alguns anos sem participar. Quem me acompanha sabe que moro longe de todos os familiares, só não imaginam a falta que sinto deles… Além de tudo, sou meio bobona com essas datas e momentos escolares do meu filho, talvez porque quando eu era criança, isso era o evento da família. Lembro da presença constante da minha mãe, minha vó e minha madrinha em todas as minhas festinhas. Para alguns, é bobagem. Para mim, não é, e são as recordações que quero deixar para o Gui: nós sempre estaremos na sua platéia, torcendo e felizes pelo seu desenvolvimento.
E quase que ele não dança esse ano, entrou na fase do “mico”. Dançar com par então… É o fim! Mas com um argumento de ponto extra na avaliação de conduta, ele voltou atrás. E dançou tão bonitinho um forró do lampião. Corujei, fotografei, gritei por ele… E o rapaz com aquela cara séria, rs. Minha mãe foi vestida com uma blusa de caipira, nossa, como ele reclamou! Não quis colocar o chapéu, nem o lenço e pediu um bigode discreto. Posso com isso, apenas 9 anos e já está na idade de “tudo me envergonha”, “o que meus colegas vão pensar?”. No final, ele aproveitou bastante, brincou com seus amigos, soltou muito estalinho, do jeito mais criança possível.
Nessa estadia da minha mãe aqui em casa, fomos à Olinda, ao clube, ela provou meus novos dotes culinários, buscou o Gui na escola… Pena que foi rápido! Em breve estaremos juntas novamente, se Deus quiser.
E minha casa não ficará vazia: amanhã chegarão duas grandes amigas, portanto, devo sumir daqui por um tempo. Tenho muito papo para colocar em dia e vou aproveitar o feriado junino com muitas risadas e city tour, com certeza!
Ah, quem ainda não comentou no meu texto do concurso cultural Clifford do Desabafo de Mãe, please, comente aqui agora. O concurso termina na próxima segunda-feira, dia 23, e a disputa está acirrada…
Bom fim de semana para todos. Aproveitem os arraiais, heim!




Oi Evellyn!!!
Não a hora de chegar a minha vez de participar desses eventos escolares com a Vivi.
Descobri que sou mais que criança do que minha filha, e assim como vc quero deixar coisas boas p/Victória. Tbm lembro muito da minha infãncia, e nesta época do ano eu sempre dançava de caipira em uma quadrilha chama: “Brega e Chique”. Lembro da minha mãe enfeitando o meu vestido, e principalmente os meus cabelos.
Realmente é muito difícil estar longe de quem amamos, o importante é a união interior!
Parabéns pelo Gui, ele estava lindo, essa fase do “mico” é algo que estou presenciando aqui em casa com o Davy.
No fundo eles serão eternas crianças, assim como nós.
Beijocas
Priscilla,
cada fase da criança tem seu encanto. Lembro de quando o Gui era bebê e foi o sinhôzinho da creche, rs… Já foi o noivo da festa também, com 3 anos. Agora, é a fase do mico. Mas não adianta, nós berramos na arquibancada de qualquer jeito e, ele, com aquele ar sério, implorando para que ficássemos calados!
Beijos